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Mostrando postagens de abril, 2020

Às margens do desconhecido

Ao mesmo tempo em que sigo convicta sobre não dever me sentir culpada por estar me descobrindo de verdade, com toda minha carga emocional e de sentimentos não explorados, mas existentes e há muito abafados e negados, também sinto o peso emagador da dúvida sobre a assertividade de minhas escolhas.  É difícil se descobrir e se "definir", ou só tentar, num processo que envolve terceiros. Eu não sei até que ponto estou seguindo o caminho que estou seguindo por mim ou pelos outros.  A palavra "egoísmo" me persegue desde muito nova, quando minha mãe e seu companheiro definiam meus comportamentos da forma que eles enxergavam no momento, sem considerar ou perguntar o que eu estava sentindo sobre determinada situação ou circunstância. Isso, aos poucos, foi me condicionando a sempre buscar pela aprovação deles, mesmo que isso envolvesse negar minhas vontades e crenças, para que não fosse julgada e aquele adjetivo parasse de me seguir a cada frase que soltavam a meu re...

I died on my own game

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I told my superior self about it.  She asked me: Now that it is done, what can you do? Well, I can do shit. Nothing. I'll move on, like I aways do with things that isn't supposed to be mine. I'll do exactly what I was going to do before meeting him: live my life on the other side.  Then she asked me: So... how do you feel after all? I can say that, right now, it's killing me.  Deep down I wanted to feel this way again: fool, in love, stupid.  He gave me that, b ut I forgot about the rough part. I'm rough. Why did I let myself to fall this hard? How can a grown woman like me let that happen?  Even though, when I was there, in his arms, I felt every good thing that I've missed much.  I felt like me.  The real me.  No barriers, no rules,   no pretending that I don't feel the things that I feel. Only desire, pure fire, passion, pleasure, sweat, connection...  And I can swear that I felt his soul when we stared...